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Monsieur La President

Num jantar no Hotel Trópico o Governador do Lions perguntou à Ministra de Educação Vera Duarte se devia a chamar Madame la ministre ou Monsieur la ministre.

A dúvida surgiu-lhe pois ele habituado às autoridades da África do Oeste via raramente uma ministra, e nesses Países Africanos como os ministros são importantes e as mulheres ministras raras se dirigem a elas como Monsieur La Ministra (Senhor a ministra).

Vera Duarte, escreveu um livro sobre uma mulher presidenciável , e parece-me que a sua profecia está por acontecer nas próximas eleições presidenciais.

Até esta data já se declararam pelo menos 4-5 homens (Aristides Lima, David Almada, Jorge Fonseca e Amilcar e Silvino da Luz provável), e, uma única mulher, a Isaura Gomes depois de ter inaugurado a Presidência da Câmara às mulheres.

Sem tirar o mérito e as chances da Isaura Gomes, queria aqui reflectir numa candidata não declarada ainda que parece-me está muito bem posicionada por experiência de vida e conhecimentos a fundo das nossas gentes nessa corrida.

Na chamada maior democracia mundial – EUA – temos assistido desde os anos 1960 a uma tendência interessante que nos faz lembrar muito as monarquias e realezas (o poder trespassasse aos familiares). Exemplo disso são os Kennedy (irmão Presidente, irmãos senadores e Governadores), os Bush (pai e filho Presidentes ) e agora os Clinton (Marido Presidente e Mulher braço direito Obama).

Isto não foi inventado pelos americanos, basta abrir a bíblia e veremos inúmeros casos de filhos que sucedem aos pais no tempo dos faraós.

Numa democracia se diz o poder é concedido pelo povo. Isso é verdade, mas quem se candidata não é o povo. Quem se candidata ou tem chances para tal é a elite que partilha o poder.

É aí que se jogam os candidatos e naturalmente existem laços familiares entre os membros da elite.

Por esta proximidade da élite entre si é que surgem candidaturas familiares. A candidatura familiar também tem uma experiência de vida pois estando ao lado de alguém poderoso por força se apreende o que é preciso para ser poderoso e manter esse poder (afinal esse é o seu mestiere).

Quem é a mulher que tem melhor e maior conhecimento do poder em Cabo Verde?

A mulher do Presidente!

February 22, 2010   No Comments

Stória de Cinderela na linga de Soncent

Acabei de receber esta linda história da amiga Sara Boal, eis o que diz:

> Como contar a história da Cinderela às
> crianças de São Vicente para que não nos chamem ‘gente bedje’:
>
> Já tem um data de time, tinha um
> eskurinha que sê pai já tinka rankód pa nha merkinha, entom el tive k
> fcka ta môra ma kel chunga de sê madrasta, e kesh sacana de sês irmã de
> criação (filhas de sê madrasta).
>
> Cinderela (Cindy p’á maltas), tava vive
> móda se el tava estóde na djelz, tude dia na lómba, e sem time pa mandá
> uns mail pa gang.
>
> K tude es trapaiada na sê vida, tude o k
> Cindy kria era fgi d’casa e ranki, pq sê madrasta tava tral merda.
>
> Entom, um dia Cindy fcka ta sabe que
> maltas d’zona tava ta organiza um fistinha de kel bom. El fcka logue
> atente na muve, ma kesh filha de sê madrasta bai logue te cortal eskema.
>
>
> Ai, el fcka flipóde, ma depôs de andá um
> time desanimóde, sômá um fada madrinha que dal speed num rupinha de kel
> bom, e konde el pestil, el fcka ta parce kum suco +….prope sexy.
>
> Sô k kel fada dzel k el podia fcka na
> festa sô até meia-note. Bzôte tita tcheká eskéma?!!!!
>
> Baby curty ideia, e el desmarcá logue
> logue pa fistinha, chei de speed.
>
> Konde el entra na fistinha, el tchecá um
> tipzat chei de paus, um mosse de kel bom, k bai logue ta metel frase.
> Entom Cindy ma brodix começá um góma, e eje curti ‘ól naite long’, até
> que el uvi kesh 12 badalada de meia-note, e el dá kel tipzat um
> descontra e el desaparce na fmaça.
>
> Brodix fcka completamente atoada konde
> baby ranki sem konde de nada, e el ranka trás del logue, ma infelizmente
> el incontra foi um sapatim de kel kuzinha na camin.
>
> Na dia seguinte, tipzat mete na se
> diabom de córre, e el anda de brock em brock ta espiá kem k kel sapote
> tava sirvi.
>
> Chei de sorte, e depôs de esprimenta kel
> sapóte num data de Kamak de amdjer, el incontra kel doida, pa azar de um
> data de metrera k já tava k oi na kel broxi….e assim eje vive fliz pa
> psuda.

The end

January 28, 2010   No Comments

Surrialistas

January 24, 2010   No Comments

O relógio da avó

Em casa da minha avó, à entrada, há um grande relógio que não trabalha. Os ponteiros nunca se mexem. Uma vez, abri a porta do relógio para ver o que não estava a funcionar, mas não havia nada lá dentro. Só um guarda-chuva, uma bengala e o retrato de um rei com um monóculo.
— É preciso compor o relógio — disse eu.
— Porquê? — perguntou o Avô. — Dá horas certas duas vezes por dia.
— Porquê? — perguntou a Avó. — Já tenho tantos relógios a darem horas…
Mas só há um relógio na casa da Avó, isso sabia eu bem.
— Onde é que eles estão? — perguntei.
— Ora ouve: quando ouço bater o meu coração, sinto os segundos a passar. Se as coisas que nos acontecem nos apaixonam e entusiasmam, elas passam mais depressa. Já te deste conta disso? Os instantes são muito mais curtos do que os segundos….Um piscar de olhos e já tudo passou.
Um minuto é o tempo necessário para pensar numa coisa qualquer e transformá-la em palavras. Em dois minutos, leio uma página do meu livro. Uma hora é o tempo que leva a água do banho a arrefecer, o tempo que o teu avô precisa para ler o jornal…o tempo que levamos as duas a passear o cão.
De manhã, posso adivinhar as horas pela sombra que vai diminuindo junto da magnólia. Quando volta a alongar-se, sei que o dia está quase a terminar. Em cada manhã, as aves acordam-me com o seu canto matinal. Todas as tardes, olho pela janela e vejo as luzes nas outras casas, que piscam e fazem sinal aos barcos atrasados: “andem depressa, são horas de jantar, são horas de ir para a cama.” E sempre que a tua mãe vai dar-te um beijo à cama, tu também sabes que o dia acabou.
— E como é que sabes o dia que é? — perguntei eu à Avó.
— Isso também é fácil — respondeu ela.
À segunda-feira, o cheiro do pão fresco sai pelas janelas abertas. À terça-feira, os barcos pesqueiros regressam ao porto. À quarta-feira, as crianças não têm aulas de tarde. À quinta-feira, passam os homens do lixo. À sexta-feira, os rostos no comboio vão cansados.
Eu sei sempre quando acaba a semana: tudo anda mais devagar. Ao sábado, temos tempo para brincar. E, ao domingo, as famílias como a nossa juntam-se. É por isso que o domingo é o meu dia preferido.
E ouve ainda: numa semana, deposita-se muito pó no relógio grande e é preciso limpá-lo.No espaço de um mês, a lua cresce e mingua.Com as estações também é fácil. A Primavera vê a floração, o Verão, as vagas de calor, o Outono, as árvores que mudam de tonalidade, e o Inverno, aqueles dias cheios de gelo em que a tua respiração fumega como um dragão.
Quanto aos anos — diz a Avó com uma voz triste — posso facilmente saber o número deles: basta contar os meus cabelos brancos e as rugas da minha cara. E ver o teu ombro a aproximar-se do meu! A nossa vida pode ser medida de várias maneiras: por aniversários, por amigos, por coisas que possuímos ou de que nos lembramos. Mas quando se tem a sorte, como nós, de se ter um neto ou uma neta, sabemos que o tempo avançou ainda mais um pouco. Para medir os séculos, pois bem, temos os eclipses da lua, do sol e a corrida dos cometas. No universo, tudo gira como os ponteiros de um relógio. E, depois, temos as estrelas…
Quando pronunciou estas palavras, a Avó fechou os olhos por um largo momento. Não era um simples fechar de olhos.
— O que as estrelas dizem é que o Tempo é tão vasto, tão vasto, que nenhum relógio pode contê-lo, nem mesmo o relógio grande da entrada…
— No entanto precisas dele, do relógio grande — disse eu à Avó.
A Avó deu um grande suspiro.
— Mas, porque dizes isso? — perguntou ela.
— Claro… se não o tivesses, onde é que guardavas o guarda-chuva? E a bengala do Avô? E o retrato do rei com o monóculo?
 
 
Geraldine McCaughrean; Stephen Lambert
L’horloge de Grand-mère
Namur, Mijade, 2003
(Tradução e adaptação)

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Exmos. Senhores,
 
Nesta época dominada pela tecnologia, os meios audiovisuais têm exercido sobre os jovens um fascínio tal, que a reflexão e a leitura são frequentemente relegadas para um plano muito secundário. As diversões falam mais alto do que o sentido de responsabilidade, com sérios prejuízos para o futuro destes mesmos jovens, cuja ausência de referências éticas os torna presas fáceis de uma sociedade materialista, em que não se olha a meios para se atingir determinados fins. Nestes tempos tão apressados, em que as pessoas vivem dominadas pela luta pela sobrevivência, os valores da infância do coração, da justiça e da tolerância têm sido substituídos por um materialismo crescente, que não olha a meios para atingir os seus fins.
Neste contexto de aridez, o Clube de Contadores de Histórias da Escola Secundária Daniel Faria, Baltar, concelho de Paredes, distrito do Porto, tem tomado a iniciativa de enviar semanalmente por e-mail a todas as escolas de Portugal uma pequena história cujo tema convide à reflexão. Em virtude do interesse manifestado pelas mais diversas pessoas, decidiu o referido Clube tornar o seu projecto extensivo a outros sectores da sociedade, algumas instituições vocacionadas para o apoio à comunidade, às comunidades portuguesas dispersas pelo mundo, bem como aos países de língua portuguesa e demais pessoas eventualmente interessadas. Convicto de que essas mesmas histórias, lidas em família, poderão contribuir para o estreitamento de laços afectivos e para a transmissão de valores fundamentais para a formação do carácter dos mais jovens, o referido clube propõe-se enviar, todas as semanas, por e-mail, uma pequena história, a fim de que o maior número de pessoas venha a beneficiar com a sua leitura.
Agradece-se, por isso, o reencaminhamento das mesmas e o envio, se possível, de opiniões sobre o projecto.
 
 
 
Certos do vosso melhor acolhimento
 
 
O Clube de Contadores de Histórias
Biblioteca da Escola Secundária Daniel Faria - Baltar
 
afip@contadoresdehistorias.com
 
 
http://www.prof2000.pt/users/historias/

January 18, 2010   No Comments

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    July 15, 2009   No Comments

    Convergencia Digital - Parte 1

    convergencia-digital.jpg

    Podemos fazer um canal TV com um telemóvel? E podemos transmitir este canal na Internet? Sim, podemos!
    É possível ter uma rádio cuja sustentabilidade financeira através de SMS seja maior do que as publicidades? Sim!

    O objectivo deste artigo é demonstrar como a INTERNET, os Mass-Media Tradicionais e a indústria das Telecomunicações estejam convergindo e misturando, abrindo oportunidades para novos negócios.

    Leia o artigo Convergência digital -Parte 1:

    April 21, 2009   No Comments

    Há mudanças por todo o lado, oportunidades também.

    mobile-world.jpg

    Ao conceder e dividir o plafond do telemóvel empresarial pensa-se, sobretudo em salvaguardar a diferenciação hierárquica. Vejamos por exemplo um condutor que está sempre circulando pela Cidade a fazer recados e dar expedientes, comparado com o financeiro da empresa.
    O financeiro, normalmente, está sentado na sua secretária a meter em ordem as contas empresarias e a preocupar-se com aqueles que lhe querem “pedir” dinheiro. Normalmente não é um cargo que tem muita mobilidade a precisar de plafonds
    elevados.

    Por outro lado o choeffeur, tem que sair todos os dias para ir ao Banco, entregar correspondências, fazer os recados pessoais dos Chefes, etc. Muitas vezes tem que chamar a base para alertar sobre algum problema ou contratempos que podem surgir com as pessoas que tem muita mobilidade.

    Leia o artigo completo embaixo no PDF:

    February 24, 2009   No Comments

    A Acção Cura o Medo


    windyroad.jpg 

    Nome d’arte: “José Viegas Cortez”

    Hei-nos em 2009. Só se houve falar da crise. Este ano muitos cabo-verdianos imigrados nos EUA vieram de férias ou para sempre pois, a crise mundial atinge os EUA de forma brutal.

    Muitos já perderam os seus empregos, estão em apuros com as prestações dos empréstimos de casa, carro etc…

    “José Viegas” que gosta de obstáculos diz: “I will survive” e incentiva a todos a acreditarem neste 2009, como um ano fundamental para aqueles que com entusiasmo enfrentam os desafios.
    Serve este pequeno parêntese para vos contar sobre “José Viegas” é talvez o único cabo-verdiano a participar na maratona de Nova York e organizador da recente meia maratona em Cabo Verde.

    “José Viegas” acreditou, preparou-se e fez com sucesso os 40 km da maratona de Nova York, activíssimo e entusiasta nas suas iniciativas José Tomás entra 2009 com um discurso extremamente positivo que nos faz despertar as nossas capacidades como povo.

    Adelina de Barros Levy, vulgo Nha Fifi

    Em relação às histórias do nosso povo, contava a minha falecida avó Fifi sobre as fomes que assolaram as nossa terras em tempos.

    Ela me dizia de como o pai dela, “Nhu Moisés”, português de origem, abastado no Tarrafal de Santiago, tomou sob a sua responsabilidade boa parte da população nas fomes.

    Contam-se também episódios de escassez nas nossas ilhas mas, de uma coisa estou certo: “Nós iremos sobreviver”. Já passamos por situações mais difíceis.

    Talvez muitos de nós, não tenhamos presente as realidades de crises passadas, mas isso também não interessa. O que interessa é o que podemos fazer agora, em 2009, e para frente.

    Nos nossos quinhentos e tal anos de história já vimos e passamos por muitas coisas, mas estamos aqui cada vez mais numerosos, muitos se foram para a diáspora mas a raça está firme e a crescer.

    A Acção cura o medo

    A crescer também empresas como a TECNICIL ou a SOGEI a agir de forma decisiva não obstante todo esse clima de crise.

    A SOGEI foi para a bolsa de valores buscar outras fontes de financiamento, com o seu líder Jorge Spencer (“Scapa”) justamente a meter o foco na qualidade nos Empreendimentos para ultrapassar a crise.

    A TECNICIL propõe-se como grupo global, com preocupações ambientais e negócios de qualidade nas Empresas do grupo.

    Como diz David J. Schwartz no seu livro “The Magic of Thinking Big”, a acção cura o medo. Em vez de estarmos paralisados, a esperar as desgraças da crise mundial, o que é preciso é agir!

    Eis, a este propósito, os 7 hábitos para desenvolver a capacidade de agir, sugerido por David J. Schwartz no livro acima citado:

    1. Não esperes até todas as condições estarem favoráveis

    Se estiveres à espera que todas as condições sejam favoráveis provavelmente não irás fazer nada. Haverá sempre algo que ainda não está bem.

    Será, provavelmente, a falta de mercado, ou a competição muito forte ou a falta de dinheiro. No mundo real não existe nunca o momento ideal para começar. O que interessa é começar, os problemas irão aparecer e terás que ter acção assim como vão surgindo.

    O melhor tempo para começar era o ano passado. O segundo melhor tempo é agora.

    2. Sê um fazedor

    Pratica fazer as coisas em vez de pensar nelas. Queres perder aqueles quilos a mais? Queres parar de fumar? Tens uma grande ideia para começar um negócio? Fá-lo hoje.

    Quanto mais tempo a ideia ficar paralisada na tua cabeça sem acção mais fraca ela se transforma. Praticando fazer as coisas, irás conseguir mais coisas feitas e no processo novas ideias te estimularão.

    3. Lembra-te, ideias sozinhas não trazem sucesso
    Ideias são importantes, mas somente têm valor quando implementadas. É preciso agir sobre as ideias que tens.
    Uma ideia de nível médio implementada tem mais valor de que uma dúzia de ideias brilhantes que só ficam na tua cabeça esperando a oportunidade certa ou para o próximo ano.
    Se tiveres verdadeiramente uma ideia em que acreditas faz alguma coisa. Se não fizeres nada ela não vai a parte alguma.

    4. A acção é o remédio do medo

    A acção é o melhor remédio para o medo. O momento mais difícil para agir é a primeira vez. Uma vez que a bola esteja a rolar irás ganhar confiança e as coisas tornar-se-ão mais fáceis.

    Elimina o medo agindo, e, começa a construir com a tua confiança.

    5. Arranca a tua criatividade mecanicamente

    Um dos grandes preconceitos sobre a criatividade é que ela se deve manifestar sob um momento de uma grande inspiração. Em vez de esperar pela inspiração começa, mecanicamente, a provocar a tua criatividade.

    Se tiveres que escrever alguma coisa e não te sentes inspirado, apanha papel e caneta e escreve qualquer coisa, verás que daqui a bocado as ideias começarão a fluir com o estímulo do movimento das tuas mão sobre o papel.

    6. Vive no presente

    Foca a tua atenção naquilo que podes fazer hoje. Não te preocupes com aquilo que não fizeste no passado ou aquilo que farás no futuro.

    O único tempo que poderás influenciar é o presente. Se fizeres muita especulação sobre o passado e o futuro não conseguirás fazer nada. Amanhã ou a próxima semana, muitas vezes se transforma no nunca.

    7. Get down to business immediately

    É prática comum as pessoas se socializarem e terem “conversé” nos inícios das reuniões. Quantas vezes passas a consultar o teu email ou a ler páginas Web antes de fazer aquilo que tem que ser feito?

    Essas distracções irão custar-te muito tempo se não souberes ultrapassá-las e começar imediatamente a fazer negócios. Transformando-te em alguém que vai ao ponto serás mais produtivo e as pessoas irão ver-te como um líder.

    BULIMUNDO
    Por fim a minha mãe conseguiu obter a agulha do seu velho gira-discos (PANASONIC) que sob a expertise do Toge Lobo veio à vida nestas festas natalícias.

    Um dos discos da sua biblioteca de vinis é o famoso BULIMUNDO. Ainda estão lembrados do inicio deste álbum?

    “ N’ buli mundu, buli buli, la na Santiaguu, obi nos musika, batuku, tabanka, funaná o nha mãe ohh , é keli ké di nhós …”

    Como na jornada do crioulo, sobretudo em momentos de crise, nunca faltou aquele néctar inspirador e fundamental que é a música, escolhe a tua música inspiradora e age. AGORA.

    04-01-2008
    Nuno Levy

    January 5, 2009   1 Comment

    Sociedade dos Lunáticos

    Durante os finais do seculo 18 e inicio do seculo 19 na Inglaterra, havia um grupo de cientistas que se reunia mensalmente por ocasião da lua cheia para trocar ideias. Daí que adoptaram o nome de Lunar Society.

    Na época, as pessoas direcionadas pelas áreas científicas como a matemática, fisica e quimíca não eram muito bem vistas pelas nobrezas, que preferiam a literatura e a música como áreas de estudo.

    Na verdade a revolução industrial que começou nos finais do seculo 18 começaram mesmo com as ideias empreendedoras desses cientistas da Lunar Society. Como exemplo de membro desta sociedade podemos citar o Darwin.

    Nessas reuniões mensais, os membros discutiam sobre ideias cientificas novas e sobretudo a sua aplicabilidade prática na vida das pessoas. O ambiente era também propício para expor problemas e ajudar uns aos outros a encontrar soluções ganhadoras.

    Ontem por iniciativa da Prime, algumas Empresas Cabo-verdianas na Cidade da Praia que actuam nas áreas das TIC reuniram-se promovendo o primeiro encontro da Sociedade dos Lunáticos, nominha adoptado por essa iniciativa singular e potente.

    the-vision.JPG

    Imagem - Foto da Apresentação do Sr. Linnar Viik, consultor e-gov da Estónia

    November 12, 2008   No Comments

    Aprendizagem Informal – Levantando a ponta do iceberg


     Aprendizagem Informal Empresas

     

    Nas Empresas, a maior parte da aprendizagem (cerca de 80%) ocorre de forma informal. Na maior parte dos casos a aprendizagem nas organizações acontece de forma casual, no entanto ainda a maior parte das organizações preocupam-se somente com a aprendizagem formal (formações, workshops, seminários).

     

     

    Antes de definir Aprendizagem Informal, convém dar uma definição daquilo que entendemos como aprendizagem: “a aprendizagem é o processo de adaptação à mudança” (Jay Cross).

     

     

    Neste artigo, vamos ver o que é a aprendizagem informal e como se manifesta no nosso dia a dia, analisando um dos 3 eixos estratégicos sobre como as empresas podem potencializar a aprendizagem informal no seu ambiente de trabalho

    (visualizando):

     


    Faça o download do artigo completo em PDF.

     

     

    September 18, 2008   No Comments