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Convergencia Digital - Parte 1

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Podemos fazer um canal TV com um telemóvel? E podemos transmitir este canal na Internet? Sim, podemos!
É possível ter uma rádio cuja sustentabilidade financeira através de SMS seja maior do que as publicidades? Sim!

O objectivo deste artigo é demonstrar como a INTERNET, os Mass-Media Tradicionais e a indústria das Telecomunicações estejam convergindo e misturando, abrindo oportunidades para novos negócios.

Leia o artigo Convergência digital -Parte 1:

April 21, 2009   No Comments

Há mudanças por todo o lado, oportunidades também.

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Ao conceder e dividir o plafond do telemóvel empresarial pensa-se, sobretudo em salvaguardar a diferenciação hierárquica. Vejamos por exemplo um condutor que está sempre circulando pela Cidade a fazer recados e dar expedientes, comparado com o financeiro da empresa.
O financeiro, normalmente, está sentado na sua secretária a meter em ordem as contas empresarias e a preocupar-se com aqueles que lhe querem “pedir” dinheiro. Normalmente não é um cargo que tem muita mobilidade a precisar de plafonds
elevados.

Por outro lado o choeffeur, tem que sair todos os dias para ir ao Banco, entregar correspondências, fazer os recados pessoais dos Chefes, etc. Muitas vezes tem que chamar a base para alertar sobre algum problema ou contratempos que podem surgir com as pessoas que tem muita mobilidade.

Leia o artigo completo embaixo no PDF:

February 24, 2009   No Comments

A Acção Cura o Medo


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Nome d’arte: “José Viegas Cortez”

Hei-nos em 2009. Só se houve falar da crise. Este ano muitos cabo-verdianos imigrados nos EUA vieram de férias ou para sempre pois, a crise mundial atinge os EUA de forma brutal.

Muitos já perderam os seus empregos, estão em apuros com as prestações dos empréstimos de casa, carro etc…

“José Viegas” que gosta de obstáculos diz: “I will survive” e incentiva a todos a acreditarem neste 2009, como um ano fundamental para aqueles que com entusiasmo enfrentam os desafios.
Serve este pequeno parêntese para vos contar sobre “José Viegas” é talvez o único cabo-verdiano a participar na maratona de Nova York e organizador da recente meia maratona em Cabo Verde.

“José Viegas” acreditou, preparou-se e fez com sucesso os 40 km da maratona de Nova York, activíssimo e entusiasta nas suas iniciativas José Tomás entra 2009 com um discurso extremamente positivo que nos faz despertar as nossas capacidades como povo.

Adelina de Barros Levy, vulgo Nha Fifi

Em relação às histórias do nosso povo, contava a minha falecida avó Fifi sobre as fomes que assolaram as nossa terras em tempos.

Ela me dizia de como o pai dela, “Nhu Moisés”, português de origem, abastado no Tarrafal de Santiago, tomou sob a sua responsabilidade boa parte da população nas fomes.

Contam-se também episódios de escassez nas nossas ilhas mas, de uma coisa estou certo: “Nós iremos sobreviver”. Já passamos por situações mais difíceis.

Talvez muitos de nós, não tenhamos presente as realidades de crises passadas, mas isso também não interessa. O que interessa é o que podemos fazer agora, em 2009, e para frente.

Nos nossos quinhentos e tal anos de história já vimos e passamos por muitas coisas, mas estamos aqui cada vez mais numerosos, muitos se foram para a diáspora mas a raça está firme e a crescer.

A Acção cura o medo

A crescer também empresas como a TECNICIL ou a SOGEI a agir de forma decisiva não obstante todo esse clima de crise.

A SOGEI foi para a bolsa de valores buscar outras fontes de financiamento, com o seu líder Jorge Spencer (“Scapa”) justamente a meter o foco na qualidade nos Empreendimentos para ultrapassar a crise.

A TECNICIL propõe-se como grupo global, com preocupações ambientais e negócios de qualidade nas Empresas do grupo.

Como diz David J. Schwartz no seu livro “The Magic of Thinking Big”, a acção cura o medo. Em vez de estarmos paralisados, a esperar as desgraças da crise mundial, o que é preciso é agir!

Eis, a este propósito, os 7 hábitos para desenvolver a capacidade de agir, sugerido por David J. Schwartz no livro acima citado:

1. Não esperes até todas as condições estarem favoráveis

Se estiveres à espera que todas as condições sejam favoráveis provavelmente não irás fazer nada. Haverá sempre algo que ainda não está bem.

Será, provavelmente, a falta de mercado, ou a competição muito forte ou a falta de dinheiro. No mundo real não existe nunca o momento ideal para começar. O que interessa é começar, os problemas irão aparecer e terás que ter acção assim como vão surgindo.

O melhor tempo para começar era o ano passado. O segundo melhor tempo é agora.

2. Sê um fazedor

Pratica fazer as coisas em vez de pensar nelas. Queres perder aqueles quilos a mais? Queres parar de fumar? Tens uma grande ideia para começar um negócio? Fá-lo hoje.

Quanto mais tempo a ideia ficar paralisada na tua cabeça sem acção mais fraca ela se transforma. Praticando fazer as coisas, irás conseguir mais coisas feitas e no processo novas ideias te estimularão.

3. Lembra-te, ideias sozinhas não trazem sucesso
Ideias são importantes, mas somente têm valor quando implementadas. É preciso agir sobre as ideias que tens.
Uma ideia de nível médio implementada tem mais valor de que uma dúzia de ideias brilhantes que só ficam na tua cabeça esperando a oportunidade certa ou para o próximo ano.
Se tiveres verdadeiramente uma ideia em que acreditas faz alguma coisa. Se não fizeres nada ela não vai a parte alguma.

4. A acção é o remédio do medo

A acção é o melhor remédio para o medo. O momento mais difícil para agir é a primeira vez. Uma vez que a bola esteja a rolar irás ganhar confiança e as coisas tornar-se-ão mais fáceis.

Elimina o medo agindo, e, começa a construir com a tua confiança.

5. Arranca a tua criatividade mecanicamente

Um dos grandes preconceitos sobre a criatividade é que ela se deve manifestar sob um momento de uma grande inspiração. Em vez de esperar pela inspiração começa, mecanicamente, a provocar a tua criatividade.

Se tiveres que escrever alguma coisa e não te sentes inspirado, apanha papel e caneta e escreve qualquer coisa, verás que daqui a bocado as ideias começarão a fluir com o estímulo do movimento das tuas mão sobre o papel.

6. Vive no presente

Foca a tua atenção naquilo que podes fazer hoje. Não te preocupes com aquilo que não fizeste no passado ou aquilo que farás no futuro.

O único tempo que poderás influenciar é o presente. Se fizeres muita especulação sobre o passado e o futuro não conseguirás fazer nada. Amanhã ou a próxima semana, muitas vezes se transforma no nunca.

7. Get down to business immediately

É prática comum as pessoas se socializarem e terem “conversé” nos inícios das reuniões. Quantas vezes passas a consultar o teu email ou a ler páginas Web antes de fazer aquilo que tem que ser feito?

Essas distracções irão custar-te muito tempo se não souberes ultrapassá-las e começar imediatamente a fazer negócios. Transformando-te em alguém que vai ao ponto serás mais produtivo e as pessoas irão ver-te como um líder.

BULIMUNDO
Por fim a minha mãe conseguiu obter a agulha do seu velho gira-discos (PANASONIC) que sob a expertise do Toge Lobo veio à vida nestas festas natalícias.

Um dos discos da sua biblioteca de vinis é o famoso BULIMUNDO. Ainda estão lembrados do inicio deste álbum?

“ N’ buli mundu, buli buli, la na Santiaguu, obi nos musika, batuku, tabanka, funaná o nha mãe ohh , é keli ké di nhós …”

Como na jornada do crioulo, sobretudo em momentos de crise, nunca faltou aquele néctar inspirador e fundamental que é a música, escolhe a tua música inspiradora e age. AGORA.

04-01-2008
Nuno Levy

January 5, 2009   1 Comment

Sociedade dos Lunáticos

Durante os finais do seculo 18 e inicio do seculo 19 na Inglaterra, havia um grupo de cientistas que se reunia mensalmente por ocasião da lua cheia para trocar ideias. Daí que adoptaram o nome de Lunar Society.

Na época, as pessoas direcionadas pelas áreas científicas como a matemática, fisica e quimíca não eram muito bem vistas pelas nobrezas, que preferiam a literatura e a música como áreas de estudo.

Na verdade a revolução industrial que começou nos finais do seculo 18 começaram mesmo com as ideias empreendedoras desses cientistas da Lunar Society. Como exemplo de membro desta sociedade podemos citar o Darwin.

Nessas reuniões mensais, os membros discutiam sobre ideias cientificas novas e sobretudo a sua aplicabilidade prática na vida das pessoas. O ambiente era também propício para expor problemas e ajudar uns aos outros a encontrar soluções ganhadoras.

Ontem por iniciativa da Prime, algumas Empresas Cabo-verdianas na Cidade da Praia que actuam nas áreas das TIC reuniram-se promovendo o primeiro encontro da Sociedade dos Lunáticos, nominha adoptado por essa iniciativa singular e potente.

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Imagem - Foto da Apresentação do Sr. Linnar Viik, consultor e-gov da Estónia

November 12, 2008   No Comments

Aprendizagem Informal – Levantando a ponta do iceberg


 Aprendizagem Informal Empresas

 

Nas Empresas, a maior parte da aprendizagem (cerca de 80%) ocorre de forma informal. Na maior parte dos casos a aprendizagem nas organizações acontece de forma casual, no entanto ainda a maior parte das organizações preocupam-se somente com a aprendizagem formal (formações, workshops, seminários).

 

 

Antes de definir Aprendizagem Informal, convém dar uma definição daquilo que entendemos como aprendizagem: “a aprendizagem é o processo de adaptação à mudança” (Jay Cross).

 

 

Neste artigo, vamos ver o que é a aprendizagem informal e como se manifesta no nosso dia a dia, analisando um dos 3 eixos estratégicos sobre como as empresas podem potencializar a aprendizagem informal no seu ambiente de trabalho

(visualizando):

 


Faça o download do artigo completo em PDF.

 

 

September 18, 2008   No Comments

Na Era do Powerpoint

Independentemente do que se possa pensar, o medo de fazer uma apresentação em público é extremamente comum – até mesmo os maiores oradores tiveram receio em falar em público! Ser capaz de fazer uma boa apresentação pública pode melhorar de forma significativa a tua carreira profissional, a vender ou a persuadir sobre o teu negócio. 

Abundam ocasiões para apresentações com Microsoft Powerpoint ultimamente: conferências, workshops, ateliers, relatórios e planos estratégicos são feitos à base de apresentações com Powerpoint.  Neste artigo iremos ver os principais erros cometidos pelos apresentadores nestas ocasiões e dar algumas dicas de como melhorar estas apresentações públicas. 

Slides Powerpoint não efectivos  

Entre os grandes erros que se verificam destacam-se os que tem a ver com os slides Powerpoint usados. A maioria pensa que o Powerpoint é um gestor de conteúdos, então, fazem slides cheios de textos para serem lidos pelo apresentador, pensando com isso estar a transmitir informação e que com isso ajuda o público a entender melhor o tema. Quando o apresentador lê o slide linha a linha, ele está a fazer uma leitura muito mais lenta daqueles que estão a assistir e, até ele terminar, quem está a assistir já terminou e estará já a pensar em algo que muitas vezes nem tem a ver com a apresentação. Os slides cheios de texto, também são de difícil leitura para quem está a uma distância considerável da projecção.  Uma outra dificuldade com slides, são os pontos. Se num workshop de um dia houver 8 apresentações seguidas, o público só vai ver pontinhos e texto.

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                             Figura: slide clássico com muitos pontinhos e texto 
Algumas vezes surgem slides Powerpoint com várias animações, algumas lentas demais com textos a aparecerem letra após letra, numa lentidão que cansa o público, outras vezes com animações muito rápidas, difíceis de aperceber o que passou. 

Isso acontece sobretudo quando o apresentador aprendeu alguma nova animação que quando está no computador a fazer o Powerpoint pode parecer interessante, mas que quando aplicado no contexto da apresentação, é inefectivo. È preciso perceber que os Powerpoint que recebemos nos nossos emails, reencaminhados, com as animações e música, não são adequados para apresentações profissionais e de negócios de que estamos a falar.   Dicas para melhorar a tua apresentação

 1. Quem é a estrela da tua apresentação? 

Durante as apresentações públicas temos pelo menos três actores: o apresentador, o público e o Powerpoint (a projecção).

Muitas vezes o apresentador está equivocado sobre quem é a estrela da sua apresentação, pensando que deve ser ele mesmo ou a projecção do Powerpoint. O público é que é a verdadeira estrela.

A apresentação tem de ser pensada para o benefício de quem assiste. É o público o actor principal. Se o público gostar da apresentação, então o apresentador terá sucesso também.  O Powerpoint é apenas uma ferramenta de auxílio à apresentação. Por isso, antes de abrir o Powerpoint, senta-te, pensa com papel e lápis na mão, no dia da tua apresentação, tentando responder a estas perguntas:  

- Quem vai estar na apresentação?

Qual o seu background?

O que já sabem sobre o tema da apresentação?

Isto vai servir para conhecer o público melhor.

 - Qual o propósito do evento (conferência, workshop …)?

Estão à espera de informações concretas? É para convencer? É mais teórico? - Aonde é? Tenta saber tudo sobre o local, como o público estará sentado, se vais apresentar aonde será a projecção, como vais posicionar-te, se vais precisar de um microfone. - Quando será? O quando é importante, pois. Uma coisa é fazer uma apresentação às 9 da manhã, outra é fazer após o almoço, pelas 3 da tarde. Temos que antecipar o ânimo das pessoas. 

2. A arte de contar histórias Boas apresentações incluem histórias.

Os melhores apresentadores ilustram os seus pontos contando histórias, muitas vezes pessoais. A maneira mais simples de comunicar ideias complexas é através de exemplos ou partilhando uma história que sublinhe o ponto. Histórias são simples de recordar pelo teu público. Tens que tentar encontrar histórias interessantes e curtas ou exemplos para suportar os teus pontos. Todos nós, ou, na maioria, tivemos oportunidade de ouvir histórias: dos nossos avós ou pais, ou nos lembramos de histórias do tempo do liceu ou familiares. As histórias nos ficam na memória, e, usando histórias na tua apresentação estás a dar passos para uma comunicação mais efectiva.  3. Usa slides Powerpoint visuais 

O Powerpoint é somente um suporte visual da tua apresentação, não é a estrela. A estrela é claro, é o público. Nós somos seres visuais, daí que, ao fazer slides tenta fazê-lo com fotos, imagens, vídeos por exemplo. Os slides Powerpoint têm que ser simples, para quando a gente vir um slide possa perceber em menos de 3 segundos, do que se trata. A simplicidade do slide pode ser difícil para o apresentador, mas é altamente apreciada pelo público. Limita o uso de pontos texto nos slides Powerpoint. Como já foi dito, a tua apresentação é para o benefício do teu público. Então “chateá-lo”, slide após slide, com pontinhos e texto não vai trazer muitos benefícios. Os melhores slides são aqueles que não têm nenhum texto. Isto pode parecer estranho pelas apresentações que vemos no dia a dia, mas, o teu slide, quando é bom, não vale nada sem a tua narração (isto é, sem ti). 

Muitas pessoas dizem:”Desculpa, mas, não consegui ir ver a tua apresentação. Ouvi dizer que foi muito boa. Podes mandar-me os slides Powerpoint?”. Se forem bons slides, serão de pouco uso sem a presença do narrador. Em vez de uma cópia do Powerpoint, é melhor escrever um documento e entregar. Limita o uso de animações e transições  Alguma animação pode ser boa se for profissional e adequada. Usa, no máximo, um tipo de animação muito simples, como aquelas que vemos nos telejornais (entrada da esquerda), mas, não as metas em todos os slides.  Quanto às transições, não as usem em todos os slides. Somente entre dois ou três slides.  Usa gráficos apropriados Uma imagem vale mais do que mil palavras. Usa imagens gráficas como auxílio, tomando atenção aos tipos de gráfico. Por exemplo, os gráficos com a forma de torta são usados para mostrar percentagens, enquanto que as barras verticais são usadas para mostrar mudanças em quantidades ao longo do tempo.                                   grafico-torta.jpg 

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Para concluir, vimos que uma apresentação é importante para a carreira e, para ter sucesso, precisamos concentrar o foco da nossa atenção no público presente, abandonando a ideia preconcebida que basta ter o Powerpoint e já está. O Powerpoint é somente um instrumento de auxílio (visual) à tua apresentação.  E, como somos seres visuais, e usamos com frequência, o Powerpoint como ferramenta de auxílio, vimos algumas dicas de como melhorar os slides para tirar um melhor partido, da ferramenta. Já vi apresentações programadas com presenças de altas personalidades que não aconteceram porque faltou corrente eléctrica, tendo o apresentador cancelado porque não podia usar o Powerpoint. Se a apresentação for preparada e praticada antes, ela acontece mesmo sem o Powerpoint e com sucesso. 

Engº. Nuno LevyEmail: info@nunolevy.org 

Este artigo inspira-se nas formações ministradas pelo autor e no manual escrito pelo mesmo e que está disponível grátis em: http://www.nunolevy.org/bap.pdf 

August 25, 2008   No Comments

Telefone Movel como Meio de Comunicação de Massa

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Há mais do dobro de pessoas com telemóveis no mundo do que com acesso a Internet, e, há mais do dobro de pessoas com telemóveis do que com a televisão.  

Neste artigo iremos ver as características do telemóvel como meio de comunicação de massa e aplicações como o chamado “Citizen Journalism” (Jornalismo do Cidadão) e outros. Hoje em dia temos mais de 220 mil pessoas

em Cabo Verde com um contrato de telemóvel, a revolução tecnológica em curso na área dos telemóveis está criando novos serviços e produtos.

 Com a abertura e o desenvolvimento do mercado das telecomunicações

em Cabo Verde, já está em via experimental o acesso à Internet com os telemóveis antecipando novas formas de comunicação de massa.

 O telemóvel pode fazer tudo aquilo que os tradicionais meios de comunicação de massa como a Rádio, a Televisão e a Internet fazem. Com um telemóvel podemos ouvir a rádio ou mp3, ver vídeos, tirar fotos e navegar na Internet. 

Características Telemóvel como meio de comunicação de Massa 

É móvel – quem já foi com o telemóvel para a casa de banho?  Para onde vamos levamos o nosso telemóvel connosco, a diferença fundamental com os outros meios de comunicação de massa é que estes não estão sempre presentes assim como o telefone móvel está. 

Sempre aceso – Quem já dormiu com o telemóvel na cabeceira da sua cama?  

O telemóvel está sempre aceso, mesmo se faltar corrente eléctrica temos o nosso telemóvel a funcionar. Nos outros meios de comunicação de massa como a Televisão ou Internet quando falta corrente não temos comunicação. 

  Audiência pode ser identificada com rigor Os meios de comunicação de massa são sustentados pelo marketing de produtos e serviços de empresas. È corriqueiro seguir na rádio, televisão e Internet publicidades e encontrar as mesmas nas páginas de jornais e revistas. 

Assim identificar quem lê o nosso jornal, ouve a nossa rádio e vê a nossa televisão e site Internet é fundamental para os meios de comunicação de massa. Com a rádio e a Televisão podemos medir a audiência por Nielsen ratings, uma amostra de 1000 famílias a dizer-nos o que milhões vêem.

A Internet prometeu que podíamos identificar um endereço único dos computadores que estão conectados, mas, pensemos por exemplo aos computadores de um cyber café ou de um laboratório numa escola, são usados por centenas de pessoas. Mesmo o PC com acesso a Internet que podemos ter em casa pode ser usado por pais e filhos, daí que fica difícil identificar com certeza quem esta a ver o quê.

Com o telefone móvel é diferente, pois podemos identificar cada um – tem um numero associado – se navegarmos na Internet com o móvel podemos saber exactamente quais as páginas foram visitadas e de qual para qual passou. Existem algumas imperfeições, pois alguém pode ter mais de um telemóvel activo e o facto que a maioria dos utilizadores de móvel serem do pré-pago (aonde não sabemos sempre o nome das pessoas), mas não nos esqueçamos que o numero é único, por isso as redes de telecomunicações podem rastrear com rigor o que cada numero faz. 

Convergência entre utilizadores e criadores de notícias

 Nos meios de comunicação de massa como a Rádio e Televisão os utilizadores são essencialmente passivos, isto é, alguém faz um conteúdo que fornece para serem consumidos. Com o advento da Internet e telemóveis os utilizadores de mass media tiveram pela primeira vez a capacidade de interacção. 

Com a interacção os utilizadores passaram de consumidores para consumidores-produtores, isto é, o público também produz notícias que são consumidas por outros públicos. Nesta óptica aquando do atentado bomba na Grã-bretanha quem fez as notícias foram utilizadores de telemóveis que gravaram os vídeos do atentado e as reacções. Houve mesmo quem transmitiu em directa dos seus telemóveis as imagens que depois fizeram notícia nos media tradicionais como a Televisão, Rádio e Jornais. 

Aplicações de telemóvel como meio de comunicação de massa

 Citizen Journalism (jornalismo do cidadão) também conhecido por jornalismo participatório, definido por wikipedia como processo de recolher, analisar e dessiminar informações e notícias pelos cidadãos. O exemplo da transmissão vídeo do telemóvel no atentado bomba na Grã-Bretanha é exemplo deste tipo de jornalismo. 

Existem várias ferramentas que permitem publicar em blogs, web sites e mandar email a partir do telemóvel, dando a possibilidade do cidadão comum fazer mesmo a notícia.   Na Itália, aonde as pessoas têm uma grande paixão pelo futebol – il cálcio – há provedores de notícias desportivas que dão informação real-time sobre os golos marcados nos telemóveis dos utilizadores inscritos no serviço.

CNN Mobile dá as notícias aos membros inscritos no serviço telemóvel, informações com vídeo e texto. Essas aplicações de telemóveis como meio de comunicação de massa não estão longe de terem expressão

em Cabo Verde, pois mesmo se comercialmente ainda não se vende Internet no telemóvel, se formos para as praças do Plateau ou a Praça do Papa temos acesso WiFi e com um telemóvel que possa conectar-se a redes WiFi pode-se aceder a Internet no móvel. Embora o telefone móvel tenha as capacidades de todos os outros meios de comunicação de massa (jornal, rádio, Televisão, internet) e, esteja a crescer exponencialmente o número de pessoas com telemóvel, não irá fazer desaparecer os outros media, assim como, quando veio a Televisão a Rádio não desapareceu e com a Internet a Televisão não desapareceu. 

O telemóvel é um meio particular de comunicação de massa, daí que em vez de tentar adaptar as formas de comunicar dos outros meios é sempre melhor arranjar formas inovadoras e criativas de o fazer desfrutando as características já vistas. 

Email:. info@nunolevy.org

Este artigo tem como base o estudo que foi originalmente publicado por Alan Moore da SMLXL em Junho de 2007 (http://smlxtralarge.com/). 

August 25, 2008   No Comments

o que estou fazendo ultimamente

Cuidar do site Mobile Cabo Verde 2.0, para ser um ponto de referencia no ambito de serviços para telemoveis em Cabo Verde:

Basket Santiago Sul: Maior blog Cabo-verdiano, caminhando para 3 milhões de visitas em dois anos, com notícias, vídeos e fotos do nosso basket:


Praiacity (comunidade da Cidade da Praia):


Visite Praia City

July 19, 2008   No Comments

Lions Club - Learning Center

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Na base do protocolo entre a Lions Clube da Praia e nunolevy.org, estive a investigar sobre a Associação de voluntariado descobrindo que tem um learning center: Lions Club - Learning Center com cursos de elearning interessantes e grátis.

Já comecei a fazer mesmo algum (Writting Your Personal Mission Statement), e podemos encontrar cursos como:

  Effective Public Speaking…

Conflict Resolution…

Member Motivation…

Providing Community Service…

Managing Change…

Writing Your Personal Mission Statement…

Effective Teams…

Public Relations…

This course defines public relations and presents the benefits for Lions clubs. You’ll learn what makes an event newsworthy and how to communicate key messages about Lions clubs. You will create an elevator speech and a public relations plan. You will discover the numerous public relations resources that you can use.

Meeting Management…

Delegation…

Goal Setting…

Coaching…

Leadership…

Explorem o site que vale a pena.

June 18, 2008   No Comments

live from my mobile

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bambuser é um serviço que permite video streaming a partir do teu telefone móvel. Eis o canal de transmissão que fiz à bocado com Sony Ericsson P1i à rede sem fios (WiFi).

Eis como funciona:

1. Inscreve-te grátis no web site http://alpha.bambuser.com

2. Vai ao endereço http://m.bambuser.com para ver se o teu telefone é suportado pelo serviço, fazes o download da aplicação que vai gerir a tua video-camera.

3. Installa a aplicação no teu telefone móvel, e, executa-a.

4. Fax a conexão ao bambuser a partir da aplicação e transmite na Internet live.

O site dá o codigo do teu canal que está a transmitir, assim podes coloca-lo em qualquer site. O serviço tem também um chat room para cada canal que permite a interacção das pessoas directamente no broadcast video.

June 17, 2008   No Comments